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quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Hino Nacional


 A letra do hino nacional do Brasil foi escrita por Joaquim Osório Duque Estrada (1870 – 1927) e a música é de Francisco Manuel da Silva (1795-1865). Tornou-se oficial no dia 1 de setembro de 1971, através da lei nº 5700.
Existe uma série de regras que devem ser seguidas no momento da execução do hino. Deve ser executado em continência à Bandeira Nacional, ao presidente da República, ao Supremo Tribunal Federal e ao Congresso Nacional. É executado em determinadas situações, entre elas: cerimônias religiosas de cunho patriótico, sessões cívicas e eventos esportivos internacionais. 

Hino Nacional Brasileiro

Poema de Joaquim Osório Duque Estrada
Música de Francisco Manoel da Silva


Parte I
Ouviram do Ipiranga as margens plácidas
de um povo heróico o brado retumbante,
e o sol da liberdade, em raios fúlgidos,
brilhou no céu da pátria nesse instante.
Se o penhor dessa igualdade
conseguimos conquistar com braço forte,
em teu seio, ó liberdade,
desafia o nosso peito a própria morte!
Ó Pátria amada, idolatrada, salve! Salve!
Brasil, um sonho intenso, um raio vívido
de amor e de esperança à terra desce,
se em teu formoso céu, risonho e límpido,
a imagem do cruzeiro resplandece.
Gigante pela própria natureza,
és belo, és forte, impávido colosso,
e teu futuro espelha essa grandeza.
Terra adorada, entre outras mil,
és tu, Brasil, ó pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
pátria amada, Brasil!

Parte II
Deitado eternamente em berço esplêndido,
ao som do mar e à luz do céu profundo,
fulguras, ó Brasil, florão da América,
iluminado ao sol do novo mundo!
Do que a terra, mais garrida,
teus risonhos lindos campos têm mais flores;
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida em teu seio mais amores.
Ó pátria amada, idolatrada, salve! Salve!
Brasil, de amor eterno seja símbolo
o lábaro que ostentas estrelado,
e diga o verde-louro dessa flâmula
- paz no futuro e glória no passado.
Mas, se ergues da justiça a clava forte,
verás que um filho teu não foge à luta,
nem teme, quem te adora, a própria morte.
Terra adorada, entre outras mil,
és tu, Brasil, ó pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
pátria amada, Brasil!

Vocabulário (Glossário) 

Plácidas: calmas, tranquilas
Ipiranga: Rio onde às margens D.Pedro I proclamou a Independência do Brasil em 7 de setembro de 1822
Brado: Grito
Retumbante: som que se espalha com barulho
Fúlgido: que brilha, cintilante
Penhor: garantia
Idolatrada: Cultuada, amada
Vívido: intenso
Formoso: lindo, belo
Límpido: puro, que não está poluído
Cruzeiro: Constelação (estrelas) do Cruzeiro do Sul
Resplandece: que brilha, iluminada
Impávido: corajoso
Colosso: grande
Espelha: reflete
Gentil: Generoso, acolhedor
Fulguras: Brilhas, desponta com importância
Florão: flor de ouro
Garrida: Florida, enfeitada com flores
Idolatrada: Cultivada, amada acima de tudo
Lábaro: bandeira
Ostentas: Mostras com orgulho
Flâmula: Bandeira
Clava: arma primitiva de guerra, tacape

Fonte: sohistoria.com.br

Hino à Bandeira do Brasil

Letra de: Olavo Bilac (1865-1918)
Música de: Francisco Braga (1868-1945)
Apresentado pela 1ª vez em 9/11/1906

Letra do Hino à Bandeira Nacional          



Salve lindo pendão da esperança!
Salve símbolo augusto da paz!
Tua nobre presença à lembrança
A grandeza da Pátria nos traz.

Recebe o afeto que se encerra
em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

Em teu seio formoso retratas
Este céu de puríssimo azul,
A verdura sem par destas matas,
E o esplendor do Cruzeiro do Sul.

Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

Contemplando o teu vulto sagrado,
Compreendemos o nosso dever,
E o Brasil por seus filhos amado,
poderoso e feliz há de ser!

Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

Sobre a imensa Nação Brasileira,
Nos momentos de festa ou de dor,
Paira sempre sagrada bandeira
Pavilhão da justiça e do amor!

Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

Sugestões de filmes para trabalhar consciência negra na escola


EXIBIÇÃO DE FILMES/DOCUMENTÁRIOS

Sugestões

Amistad
Direção: Steven Spielberg. Drama, EUA. 1897. (154 min)
Baseado em uma história real, o filme conta a viagem de escravos africanos que se apoderam de um navio onde estavam aprisionados e tentam retornar à terra natal. Conhecedores da orientação lunar para navegação conseguiram prevalecer. Infelizmente, o navio é capturado e eles são levados para os EUA, onde aguardam um julgamento por crime e assassinato que termina por questionar o sistema judicial americano. Mas, para aqueles homens e mulheres sob julgamento, a sua luta maior é pelo direito do ser humano à liberdade.

As filhas do Vento
Direção: Joel Zito Araújo. Drama. Brasil. 2004 (85 min.), DVD, color. O filme aborda temas pertinentes às mulheres de qualquer parte do mundo, mas em uma pequena cidade do interior do Brasil. Em uma brilhante peça ficcional, de cunho político e social, o diretor substitui os tradicionais papéis estereotipados (comumente interpretados por atores negros e atrizes negras nas telenovelas brasileiras), por uma rica e multifacetada construção de personagens, mesmo quando habilmente emprega diversos recursos da dramaturgia da novela para se comunicar com grandes audiências.

Ganga Zumba:
Direção: Cacá Diegues. Drama. 1964. (92 min.), VHS, color
O filme começa num engenho de cana-de-açucar, no nordeste brasileiro, entre os séculos XVI e XVII. Inspirados pelo Quilombo de Palmares, uma comunidade de negros fugidos da escravidão situados na Serra da Barriga, alguns escravos tramam fugir para lá. Entre eles, se encontra o jovem Ganga Zumba, futuro líder daquela república
NÚCLEO DE PESQUISA E ESTUDOS AFRO-BRASILEIROS DO CEFET-MG
revolucionária, a primeira de toda a América.

Hotel Ruanda
Direção: George Terry. Cine biografia. EUA. 2004. (122min.),
DVD, color.
Ruanda é um país localizado na porção sul do continente (África Meridional ou Subsaariana). O filme aborda a história real de um gerente de hotel, que abrigou centenas de pessoas refugiadas, durante os conflitos ocorridos entre as etnias hutu e tutsi no
ano de 1994.

Atlântico Negro - Na Rota dos Orixás
Direção: Renato Barbieri. Itaú Cultural, 1988. (52 min.), VHS, color
Apresenta a grande influência africana na religiosidade brasileira. Mostra a origem de as raízes da cultura jêje-nagô em terreiros de Salvador, que virou candomblé, e do Maranhão, onde a mesma influência gerou o Tambor de Minas. Um dos momentos mais impressionantes deste documentário é o encontro de descendentes de escravos baianos que moram em Benin, um país africano desconhecido para a maioria do brasileiros, mantendo tradições do século passado.

O Jardineiro Fiel
Direção: Fernando Meireles. Suspense. EUA. 2005 (125min.),
DVD, color
Retrata o cenário de horror mascarado de diplomacia inglesa, no qual pretensos “deuses” brincam com vidas humanas no continente africano. O filme mostra que a vida dos africanos não vale nada para o mundo ocidental, são feitos cobaias da indústria famacêutica. Trocam suas vidas por uma “ajuda”. Medicamentos para AIDS, tuberculose e doenças que assolam o mundo são testados neles, sem um mínimo de humanidade e ética O filme é permeado por uma história de amor, mas o grande tema é o que a indústria farmacêutica faz com essa população.

Quanto Vale ou é Por Quilo?
Direção: Sérgio Bianchi. Drama. Brasil, 2005. (88min), DVD, color
O filme alerta para questões que parecem ter ficado no passado, mas que ainda existem atualmente, como a luta pelos direitos democráticos, a discriminação contra negros e pobres, o desrespeito, a lavagem de dinheiro, a corrupção, dentre outros. O que mudou foi a roupagem, o opressor é o mesmo. Sendo assim, este é um excelente filme para ser trabalhado em sala de aula, possibilitará o desenvolvimento crítico e reflexivo dos alunos.
Quilombo
Direção: Cacá de Diegues. Aventura. Brasil. 1984 (119 min), VHS. color
 
No período escravocrata, os africanos trazidos pelos portugueses para o trabalho escravo nas plantações de cana-de-açucar, que não suportavam os maus tratos dos senhores, quando possível fugiam para o interior do país e se organizavam em comunidades. A mais famosa foi o Quilombo dos Palmares, cuja história é contada
nesse filme. Nesse Quilombo não havia somente negros fugitivos, a eles se juntaram também os índios e os brancos que eram perseguidos ou estavam insatisfeitos com a vida que levavam.

Uma Onda no Ar
Direção: Helvécio Ratton. Drama. Brasil, 2002. (92min.), DVD, color.
Quatro jovens amigos que vivem em uma favela de Belo Horizonte tem um sonho: criar uma radia que dê voz às pessoas do local onde vivem. Eles conseguem realizar este sonho. Nasce a Rádio Favela, que conquista os moradores locais, por dar voz aos excluídos, mesmo operando na ilegalidade. O filme retrata também a vulnerabilidade social de sujeitos que mesmo marginalizados são protagonistas de uma “revolução” em comunicação.

Vista a Minha Pele
Direção: Joel Zito Araújo. Ficção, 2003 (15min), VHS, color.
Nessa história invertida que se passa com adolescentes na faixa etária de 12 a 16 anos, os negros pertencem a grupos sociais e culturais dominantes e os brancos foram escravizados e são estereotipados. Os países pobres são Alemanha e Inglaterra, enquanto os países ricos são, por exemplo, África do Sul e Moçambique. O vídeo serve de material básico para discussão sobre discriminação, racismo e preconceito em sala de aula e na sociedade em geral.

Onde encontrar estes filmes e outros. Sugerimos:
> Em locadoras comerciais e alternativas.
> No Portal Curtas da Petrobrás
www.portacurtas.com.br
> Centro de Referência Audiovisual – CRAV –
http://www.pbh.gov.br/cultura/crav/aacrav.htm
> Centro de Documentação Eloy Ferreira da Silva – CEDEFES
www.cedefes.org.br/new/index.php

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Consciência negra na escola

Foto: alunos brincando

O que é o Dia da Consciência Negra? Celebrado no dia 20 de novembro, o Dia da Consciência Negra homenageia e resgata as negras raízes do povo brasileiro. Escolhido por coincidir com o dia da morte de Zumbi dos Palmares, ele é dedicado à reflexão sobre presença do negro na sociedade brasileira. "O Dia da Consciência Negra sinaliza a ideia do marco, marca o valor da conquista da liberdade deste grupo", explica Roseli Fischmann, da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Metodista, de São Bernardo do Campo, na região metropolitana da capital paulista.

O dia da Consciência Negra também põe em pauta a importância de discutir a temática negra na escola. A inclusão de assuntos ligados à África e ao povo negro na educação formal é uma das estratégias para reconhecer a presença desse grupo na história do Brasil - os negros correspondem a 6,8% da população brasileira segundo o IBGE, mas os chamados "pardos" chegam a um número próximo da metade da população brasileira. Não à toa, escolas e instituições diversas já reconhecem a importância de trabalhar a cultura negra em seu dia a dia.

Hoje, a lei brasileira obriga as escolas a ensinarem temas relativos à história dos povos africanos em seu currículo. Além disso, os
Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) estabelecem que a diversidade cultural do país deve ser trabalhada no âmbito escolar. "A sociedade em que vivemos valoriza outro estereótipo, o que resulta na invisibilização do negro. Isso tem um efeito bastante perverso: as crianças negras nunca se vêm e o que elas olham é sempre diferente delas", explica Roseli, que coordenou o grupo responsável pelo documento sobre Pluralidade Cultural nos PCNs. "A pluralidade cultural é um tema que pode ser abordado de forma transversal, em várias disciplinas", conclui. Estratégias simples, como a introdução de bonecas negras, podem ter um efeito positivo para reforçar a identificação cultural dos alunos negros. "Revelar a África pela própria visão africana também surte efeito. O continente produz cultura, histórias e mitologia, o que a perspectiva eurocêntrica não nos deixa ver", diz Oswaldo de Oliveira Santos Junior, pesquisador do Núcleo de Educação em Direitos Humanos da Universidade Metodista de São Paulo.
Texto: Bruna Nicolielo, Marina Azaredo e Mayra Raizi
Fonte: Educar para Crescer

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

O que é Bullying?

Bullying é uma situação que se caracteriza por agressões intencionais, verbais ou físicas, feitas de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra um ou mais colegas. O termo bullying tem origem na palavra inglesa bully, que significa valentão, brigão. Mesmo sem uma denominação em português, é entendido como ameaça, tirania, opressão, intimidação, humilhação e maltrato.

"É uma das formas de violência que mais cresce no mundo", afirma Cléo Fante, educadora e autora do livro Fenômeno Bullying: Como Prevenir a Violência nas Escolas e Educar para a Paz (224 págs., Ed. Verus, tel. (19) 4009-6868 ). Segundo a especialista, o bullying pode ocorrer em qualquer contexto social, como escolas, universidades, famílias, vizinhança e locais de trabalho. O que, à primeira vista, pode parecer um simples apelido inofensivo pode afetar emocional e fisicamente o alvo da ofensa.
Além de um possível isolamento ou queda do rendimento escolar, crianças e adolescentes que passam por humilhações racistas, difamatórias ou separatistas podesm apresentar doenças psicossomáticas e sofrer de algum tipo de trauma que influencie traços da personalidade. Em alguns casos extremos, o bullying chega a afetar o estado emocional do jovem de tal maneira que ele opte por soluções trágicas, como o suicídio.

Fonte: Revista Nova Escola

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Maria Amália Simonett em Encontro de Formação de Professores no Município de Maranguape no Ceará.


Amália Simonett autora do material pedagógico do projeto de alfabetização do  PAIC - Programa de Alfabetização na Idade Certa, do Governo do Estado do Ceará.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Folhas para Ditado










Os ditados, apesar de parecerem atividades do método tradicional de ensino, favorecem momentos de avaliação (leitura e escrita), auxiliam no acompanhamento individual de cada aluno, contribuindo para que o professor possa criar estratégias e ações no intuito de ajudar seus alunos em suas deficiências.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Calendário mês de Outubro 2011



Muito importante para desenvolver noções temporais, ideia de começo, meio e fim, sequência lógica, ordem, seriação (conceitos matemáticos que, sem eles, a criança não desenvolve facilmente as habilidades de leitura e escrita). Para tanto, fica a dica, que as crianças possam preencher e construir calendários de forma lúdica e divertida. Créditos das imagens; Site: Meus Trabalhos Pedagógicos. 

Máscaras de Bichinhos












Ideal para trabalhar representação teatral, as máscaras de bichinhos divertem e fazem com que sejam revelados a criatividade e a espontaneidade infantil. Contribui ainda para desenvolver a autonomia, expressão corporal, interação e socialização, além de melhorar a condição de timidez de muitas crianças.