Seguidores
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
domingo, 4 de agosto de 2013
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
terça-feira, 30 de julho de 2013
Cubos feitos com caixas de papelão
Essa dica de atividade é muito bacana para trabalhar diversos conceitos e conteúdos como por exemplo: cor, número, quantidade, equilíbrio (empilhar), atenção, concentração, coordenação motora, organização. Muito bom também para ser utilizado por crianças com necessidades especiais, pois são caixinhas leves e fáceis de manipular. Construa o seu joguinho com caixas de diversos tamanhos diferentes e assim, torne as aprendizagens de seus alunos mais significativas! Bom trabalho!
Materiais: caixinhas de papelão em formato de cubo
papel colorido para embrulhar
Obs: Eu utilizei papel adesivo colorido, que dará maior durabilidade e beleza para os cubinhos. :)
domingo, 16 de junho de 2013
domingo, 2 de junho de 2013
quarta-feira, 29 de maio de 2013
Zona de Desenvolvimento Proximal - Vygotsky na prática
Artigo de Sandro George Luciano Prass - Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática. Universidade de Caxias do Sul, RS, Brasil. prof.sandroprass@gmail.com
2013
Saviani, sobre Direitos de Aprendizagem: documento é mais do mesmo
Demerval Saviani, professor emérito da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Foto: Carolina Freitas
Professor emérito da Unicamp critica a criação da proposta que está em discussão no Conselho Nacional de Educação e definirá o que todos devem saber ao concluir o 3º ano do Ensino Fundamental
Em entrevista a NOVA ESCOLA, Dermeval Saviani,
professor emérito da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp),
critica a elaboração do documento sobre direitos de aprendizagem, que
está em discussão no Conselho Nacional de Educação (CNE). O material
definirá o que os estudantes devem aprender em todas as disciplinas do
1º ao 3º ano do Ensino Fundamental. "Não adianta gastar tempo discutindo
e aprovando esse documento enquanto as escolas seguem funcionando de
forma precária", diz Saviani.
Elaborado pelo Ministério da Educação (MEC), o documento Os
Elementos Conceituais e Metodológicos para Definição dos Direitos de
Aprendizagem e Desenvolvimento do Ciclo de Alfabetização (1º, 2º e 3º
Anos) do Ensino Fundamental pretende auxiliar as redes de ensino na
criação dos currículos e garantir uma base comum às escolas
brasileiras. Agora, sob análise do CNE, o texto está aberto para
consulta pública. As críticas e sugestões podem ser enviadas para o
e-mail liaricci@mec.gov.br. Para a medida entrar em vigor, é preciso a aprovação do conselho e a homologação do MEC.
A seguir, Saviani analisa essa proposta e discute como ela dialoga com
as diretrizes curriculares já existentes e com as avaliações externas.
Também defende o que deve estar no cerne do debate sobre a qualidade do
ensino.
Qual a sua avaliação sobre o material elaborado pelo Ministério da Educação?
Dermeval Saviani
Ele retoma um currículo que surgiu no século 19 e que propõe, grosso
modo, o domínio da leitura, da escrita, do cálculo e dos rudimentos das
Ciências Sociais e Naturais. O que essa nova orientação faz, com certo
rebuscamento, é mudar as terminologias ao propor 30 direitos, 20 eixos
estruturantes e 256 objetivos de aprendizagem. Isso não é suficiente
para garantir a qualidade do ensino. Não adianta gastar tempo discutindo
e aprovando esse documento, enquanto as escolas seguem funcionando de
forma precária e os professores continuam a dar aula em três, quatro ou
cinco escolas para compor um salário minimamente viável, com centenas de
alunos e trabalhos para corrigir e uma formação precária.
Mas o currículo não está no cerne do problema na Educação? Saviani Ele
é fundamental. Não acredito que a proposta possa ser considerada um
currículo. O documento articula as áreas curriculares em eixos
estruturantes, o que antes já recebeu outros nomes. Um currículo precisa
ter conteúdos, objetivos e procedimentos de ensino.
Há muita polêmica sobre a definição dos tais direitos de aprendizagem, que já foram chamados de expectativas de aprendizagem. Qual sua avaliação?
Há muita polêmica sobre a definição dos tais direitos de aprendizagem, que já foram chamados de expectativas de aprendizagem. Qual sua avaliação?
Saviani Acho
estranho o uso desse termo e desnecessária a discussão. A legislação e
os documentos existentes já deixam claro que a Educação é um direito de
todos e um dever do Estado. Hoje, isso está um pouco invertido. Às
vezes, brinco que a Educação é dever de todos e um direito do Estado.
Porque é recorrente ouvirmos que esse não é só um problema do governo
mas também da sociedade. Com isso, as responsabilidades são transferidas
para outros setores. Temos de lembrar que desde a Revolução Francesa se
firmou a ideia da escola pública, obrigatória e laica exatamente porque
ela é um direito de todos.
É possível que ele seja apenas mais um documento entre outros que não chegaram à sala de aula, como as Diretrizes Curriculares Nacionais?
É possível que ele seja apenas mais um documento entre outros que não chegaram à sala de aula, como as Diretrizes Curriculares Nacionais?
Saviani Esse
risco é grande. É o que tem ocorrido na maior parte dos casos. Por
isso, comecei dizendo que há um desvio de prioridades. No Brasil,
discutem-se e formulam-se documentos, mas não se atacam as raízes do
problema, que são as péssimas condições de funcionamento das escolas, os
baixos salários e a formação precária dos professores.
O senhor argumenta que, atualmente, as avaliações externas ditam às redes o que ensinar. A criação dos direitos de aprendizagem pode mudar esse quadro?
O senhor argumenta que, atualmente, as avaliações externas ditam às redes o que ensinar. A criação dos direitos de aprendizagem pode mudar esse quadro?
Saviani Não há nada no texto que
se contraponha a essa política que tem sido realizada de forma
equivocada. Não sou só eu quem diz isso. Diane Ravitch, pesquisadora
americana que influenciou e liderou a política de avaliação nos Estados
Unidos, hoje é uma das principais críticas desse modelo que não faz
avançar a Educação, pelo contrário. No Brasil, a disseminação dos testes
tem obtido o mesmo efeito deletério que teve nos Estados Unidos: as
escolas passam a ter como único objetivo passar na prova, deixando a
formação dos professores em segundo plano. Isso é uma distorção. Por
enquanto, não detectei nenhum movimento dos formuladores das politicas
educacionais no sentido de reverter esse quadro. Hoje, são os exames que
ditam o que é preciso fazer para que o Brasil tenha posições mais
aceitáveis nos rankings, como o da Prova Brasil e do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa, sigla em inglês).
Fonte site Nova escola
http://revistaescola.abril.com.br/politicas-publicas/entrevista-demerval-saviani-direitos-aprendizagem-documento-mais-mesmo-739699.shtml?utm_source=redesabril_fvc&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_novaescola&
domingo, 26 de maio de 2013
ZPD de Vygotsky na prática. Como a técnica "Peer Instruction" de ensino e aprendizagem coloca os alunos a favor da (sua própria) educação?
Confira estudo do autor Sandro George Luciano Prass no link abaixo:
https://docs.google.com/file/d/0B8ajFJk2sdseY1g3aW5rbXFXRk0/editsexta-feira, 24 de maio de 2013
Cartazes com temas para roda de conversa
Muito importante para desenvolver oralidade, expressar vocabulário, estimular reconto oral de histórias cotidianas, são as rodas temáticas de conversação. Professor(a) estimule seus pequenos a contarem situações, fatos do dia a dia, eles estarão assim desenvolvendo competências necessárias a um bom aprendizado para futuras produções textuais. Bom trabalho amigos educadores!
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Números com rolinhos de papel higiênico
Com rolinhos de papel higiênico podemos fazer muitas coisas legais. E uma delas é brincar com os números. Dessa forma, estaremos trabalhando conceito de número, quantidades, ordem, classificação, antecessor e sucessor além de trabalhar raciocínio lógico. Dentro dos rolinhos decorados, colocamos canudinhos coloridos das cores preferidas e com números de acordo com cada quantidade, e tudo o que sua imaginação permitir. As crianças adoram brincar de aprender os números. Faça com sua turminha! Abraços e bom trabalho amigos educadores.
Assinar:
Postagens (Atom)


































