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terça-feira, 30 de julho de 2013

Cubos feitos com caixas de papelão







Essa dica de atividade é muito bacana para trabalhar diversos conceitos e conteúdos como por exemplo: cor, número, quantidade, equilíbrio (empilhar), atenção, concentração, coordenação motora, organização. Muito bom também para ser utilizado por crianças com necessidades especiais, pois são caixinhas leves e fáceis de manipular. Construa o seu joguinho com caixas de diversos tamanhos diferentes e assim, torne as aprendizagens de seus alunos mais significativas! Bom trabalho!

Materiais: caixinhas de papelão em formato de cubo
                   papel colorido para embrulhar 

Obs: Eu utilizei papel adesivo colorido, que dará maior durabilidade e beleza para os cubinhos. :)  




quarta-feira, 29 de maio de 2013

Zona de Desenvolvimento Proximal - Vygotsky na prática





 
Artigo de Sandro George Luciano Prass - Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática. Universidade de Caxias do Sul, RS, Brasil. prof.sandroprass@gmail.com 
2013

Saviani, sobre Direitos de Aprendizagem: documento é mais do mesmo

 Demerval Saviani, professor emérito da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Foto: Carolina Freitas    

Demerval Saviani, professor emérito da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Foto: Carolina Freitas

 Professor emérito da Unicamp critica a criação da proposta que está em discussão no Conselho Nacional de Educação e definirá o que todos devem saber ao concluir o 3º ano do Ensino Fundamental 

 Em entrevista a NOVA ESCOLA, Dermeval Saviani, professor emérito da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), critica a elaboração do documento sobre direitos de aprendizagem, que está em discussão no Conselho Nacional de Educação (CNE). O material definirá o que os estudantes devem aprender em todas as disciplinas do 1º ao 3º ano do Ensino Fundamental. "Não adianta gastar tempo discutindo e aprovando esse documento enquanto as escolas seguem funcionando de forma precária", diz Saviani.

Elaborado pelo Ministério da Educação (MEC), o documento Os Elementos Conceituais e Metodológicos para Definição dos Direitos de Aprendizagem e Desenvolvimento do Ciclo de Alfabetização (1º, 2º e 3º Anos) do Ensino Fundamental pretende auxiliar as redes de ensino na criação dos currículos e garantir uma base comum às escolas brasileiras. Agora, sob análise do CNE, o texto está aberto para consulta pública. As críticas e sugestões podem ser enviadas para o e-mail liaricci@mec.gov.br. Para a medida entrar em vigor, é preciso a aprovação do conselho e a homologação do MEC.
A seguir, Saviani analisa essa proposta e discute como ela dialoga com as diretrizes curriculares já existentes e com as avaliações externas. Também defende o que deve estar no cerne do debate sobre a qualidade do ensino.

Qual a sua avaliação sobre o material elaborado pelo Ministério da Educação?
  Dermeval Saviani Ele retoma um currículo que surgiu no século 19 e que propõe, grosso modo, o domínio da leitura, da escrita, do cálculo e dos rudimentos das Ciências Sociais e Naturais. O que essa nova orientação faz, com certo rebuscamento, é mudar as terminologias ao propor 30 direitos, 20 eixos estruturantes e 256 objetivos de aprendizagem. Isso não é suficiente para garantir a qualidade do ensino. Não adianta gastar tempo discutindo e aprovando esse documento, enquanto as escolas seguem funcionando de forma precária e os professores continuam a dar aula em três, quatro ou cinco escolas para compor um salário minimamente viável, com centenas de alunos e trabalhos para corrigir e uma formação precária.


Mas o currículo não está no cerne do problema na Educação? Saviani Ele é fundamental. Não acredito que a proposta possa ser considerada um currículo. O documento articula as áreas curriculares em eixos estruturantes, o que antes já recebeu outros nomes. Um currículo precisa ter conteúdos, objetivos e procedimentos de ensino.
Há muita polêmica sobre a definição dos tais direitos de aprendizagem, que já foram chamados de expectativas de aprendizagem. Qual sua avaliação?
  Saviani Acho estranho o uso desse termo e desnecessária a discussão. A legislação e os documentos existentes já deixam claro que a Educação é um direito de todos e um dever do Estado. Hoje, isso está um pouco invertido. Às vezes, brinco que a Educação é dever de todos e um direito do Estado. Porque é recorrente ouvirmos que esse não é só um problema do governo mas também da sociedade. Com isso, as responsabilidades são transferidas para outros setores. Temos de lembrar que desde a Revolução Francesa se firmou a ideia da escola pública, obrigatória e laica exatamente porque ela é um direito de todos.
É possível que ele seja apenas mais um documento entre outros que não chegaram à sala de aula, como as Diretrizes Curriculares Nacionais?
  Saviani Esse risco é grande. É o que tem ocorrido na maior parte dos casos. Por isso, comecei dizendo que há um desvio de prioridades. No Brasil, discutem-se e formulam-se documentos, mas não se atacam as raízes do problema, que são as péssimas condições de funcionamento das escolas, os baixos salários e a formação precária dos professores.
O senhor argumenta que, atualmente, as avaliações externas ditam às redes o que ensinar. A criação dos direitos de aprendizagem pode mudar esse quadro?
  Saviani Não há nada no texto que se contraponha a essa política que tem sido realizada de forma equivocada. Não sou só eu quem diz isso. Diane Ravitch, pesquisadora americana que influenciou e liderou a política de avaliação nos Estados Unidos, hoje é uma das principais críticas desse modelo que não faz avançar a Educação, pelo contrário. No Brasil, a disseminação dos testes tem obtido o mesmo efeito deletério que teve nos Estados Unidos: as escolas passam a ter como único objetivo passar na prova, deixando a formação dos professores em segundo plano. Isso é uma distorção. Por enquanto, não detectei nenhum movimento dos formuladores das politicas educacionais no sentido de reverter esse quadro. Hoje, são os exames que ditam o que é preciso fazer para que o Brasil tenha posições mais aceitáveis nos rankings, como o da Prova Brasil e do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa, sigla em inglês).

  Fonte site Nova escola

http://revistaescola.abril.com.br/politicas-publicas/entrevista-demerval-saviani-direitos-aprendizagem-documento-mais-mesmo-739699.shtml?utm_source=redesabril_fvc&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_novaescola&

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Cartazes com temas para roda de conversa







Muito importante para desenvolver oralidade, expressar vocabulário, estimular reconto oral de histórias cotidianas, são as rodas temáticas de conversação. Professor(a) estimule seus pequenos a contarem situações, fatos do dia a dia, eles estarão assim desenvolvendo competências necessárias a um bom aprendizado para futuras produções textuais. Bom trabalho amigos educadores!

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Letras móveis


 


Números com rolinhos de papel higiênico





Com rolinhos de papel higiênico podemos fazer muitas coisas legais. E uma delas é  brincar com os números. Dessa forma, estaremos trabalhando conceito de número, quantidades, ordem, classificação, antecessor e sucessor além de trabalhar raciocínio lógico. Dentro dos rolinhos decorados, colocamos canudinhos coloridos das cores preferidas e com números de acordo com cada quantidade, e tudo o que sua imaginação permitir. As crianças adoram brincar de aprender os números. Faça com sua turminha! Abraços e bom trabalho amigos educadores.