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sexta-feira, 21 de setembro de 2018
segunda-feira, 20 de agosto de 2018
Folclore Brasileiro - a lenda do Lobisomem
Uma das lendas mais conhecidas e queridas do nosso folclore brasileiro. O lobisomem, é o personagem que faz parte do imaginário de todos nós. Qual sua versão favorita? Converse com seus alunos! Boas aulas!
Abraços
quarta-feira, 6 de junho de 2018
MOVIMENTO COM O CORPO - JOGO DAS FICHAS
Para nossas crianças, aprender tem que ser alegre e divertido. Compreender o mundo é também e antes de tudo, compreender o próprio corpo no mundo.
Com a finalidade de trabalhar e desenvolver movimentos coletivos e em grupo, sugerimos que o educador utilize as imagens, solicitando às crianças que repitam os movimentos ilustrados nas fichas.
segunda-feira, 16 de abril de 2018
PARTICIPAÇÃO COMO CONVIDADA NO
I COLÓQUIO - PALAVREANDO: PALAVRA LIDA, CONTADA, CANTADA

Evento literário a se realizar dia 19 de abril de 2018, no auditório da FTD Fortaleza com início às 8 da manhã. Conversa sobre literatura na escola, letramento literário, contação de histórias de tradição oral, história cantada e muito mais. Encontro feito de educadores para educadores. Confira conosco!
Link para inscrição gratuita: Colóquio Palavreando: palavra lida, contada, cantada
domingo, 15 de abril de 2018
VILA DAS LETRAS - PALAVRAS EM TODO LUGAR
PROJETO VILA DAS LETRAS
PROFESSORA DANIELE MENDONÇA
Vila
das Letras – Palavras em todo lugar. Ação dirigida a
professores alfabetizadores dos anos iniciais (1º/2º anos) com fins a
proporcionar o desenvolvimento de ações e práticas com o uso do alfabeto, de modo
a oportunizar o conhecimento das letras, de forma dinâmica, onde a referência
escrita (grafema) parta das letras do nome das crianças, bem como nomes que
referendam suas realidades locais, ou seja, o entorno de sua casa, os
equipamentos públicos, os elementos da vida cotidiana (padaria, farmácia,
oficina, banco, supermercado, mercearias, etc) ampliando assim, o repertório de
letras e compreensão grafofônica.
Justificativa
No contexto escolar,
para o professor alfabetizador, trabalhar a compreensão do nosso sistema de escrita
alfabético é fundamental. Exige-se do docente conhecimento e propriedade das
especificidades da nossa língua, de modo a proporcionar à criança competências
necessárias que possibilitem um aprendizado significativo e levem as mesmas, a
uma ampliação progressiva do seu repertório de letras.
De igual forma, a
compreensão de partes do texto, da segmentação de palavras no interior de um texto,
de frases, palavras, sílabas e letras (consciência fonológica e consciência
grafofônica), exigem leitura, análise e construção de estruturas internas de
cada indivíduo. A apropriação do nosso sistema
de escrita alfabético subtende a necessária compreensão de: análise
linguística, análise estrutural no interior do texto, no interior das frases,
no interior das palavras, no interior das sílabas, e na compreensão fonêmica.
Promover então, o acesso
da criança aos componentes linguísticos, às estratégias de leitura e escrita que
favorecem tais conhecimentos, exige estudo e aprofundamento teórico por parte do
professor.
Entendemos, portanto,
que cabe ao educador compreender a importância do ato de ensinar à criança o
universo das letras. Que essa tarefa aparentemente simples, lida com
especificidades próprias da nossa língua bem como o tempo de aprender de cada
sujeito.
E sobre Letra –
especificamente, trataremos aqui nessa proposta de trabalho, buscando como
desenvolver ações onde o foco seja a Letra (grafema), Letra / mundo, Letra /
viva, Letra / palavra, Letra / identidade. Entendendo não apenas, a necessidade
de compreender seu valor sonoro, relação grafema-fonema, análise da forma
posicional em relação a outras letras do alfabeto, sua especificidades como
traçado, curvas, linhas e formas, mas também valorar a letra como símbolo de
identidade, pertencimento e participação no mundo.
Desejamos assim, que
esse trabalho seja rico de trocas. Trocas de saberes e de experiências exitosas
coletivas que nos levem a ampliar nosso horizonte de expectativas em relação a
nossas aprendizagens e nosso aprofundamento técnico/prático profissional.
Objetivos:
Desenvolver atividades
práticas e lúcidas junto aos professores dos anos iniciais com a temática –
Alfabeto, de forma a colaborar com a prática desses professores em sala de
aula, onde a referência/foco de trabalho seja o nome da criança, bem como ações
do cotidiano que o identificam.
PRÁTICA - ATIVIDADES COM O ALFABETO
1. LETRA
– MUNDO - Conduzir o professor à reflexão sobre as diversas possibilidades de
leitura e referência de letra em todas as palavras do cotidiano das crianças,
que o identificam e que sejam significativas para elas. Sugerimos trabalho
sistemático com:
ü Nomes de familiares
ü Nomes de amigos preferidos
ü Nome de animais de estimação
ü Nomes de lugares onde já tenha ido
(na nossa cidade)
ü Gostos pessoais, nomes de: comida,
vestimenta, brinquedos, jogos, desenhos animados, super-herói, filme, música,
elementos da natureza (paisagem, fauna, flora) etc.
ü Referências de lugares públicos ou
não, do entorno de suas casas: praças, ruas, escolas, hospitais, biblioteca
pública, museu, pontos turísticos.
ü Pontos comerciais como: farmácias,
padarias, açougues, lojas, oficinas, lanchonete, pizzaria, restaurante,
sorveteria, shopping, supermercados, mercearias, banca de revistas, livraria, etc.
2. LETRA
- VIVA
2.1 Jogos com letras do alfabeto –
possibilidades
ü Letra nome – crachá (diversas
atividades com crachás)
ü Letras na trilha (diversas formas:
com caixas, com letras grandes, com o próprio corpo sendo letra, etc).
ü Letras sorteadas (bingo)
ü Letras móveis (coletivo)
ü Letras bandeirinhas (trabalhando
análise posicional)
ü Letras feitas com o próprio corpinho
ü Letras modeladas no jornal
ü Letras feitas com giz no chão
ü Letras com massinha de modelar
ü Letras feitas com o dedinho na
areia
ü Letras feitas com papelão
ü Letras vazadas
ü Letras feitas com tampinhas de
garrafa pet
ü Letras na caixa de areia
ü Letras formadas com barbante
molhado na cola
ü Letras com carimbos vazados
ü Letras no teclado do computador
ü Letras na máquina de escrever
ü Letras com caixinhas de fósforo
ü Letras cantadas
ü Letras ditadas
ü Letras móbile
ü Letras com gravetos
ü Letras decoradas
ü Letras tracejadas no chão: com
tinta ou giz (criança caminha sobre tracejado)
ü Letras pintadas com cotonete
(contorno)
ü Letras garrafa pet (arremesso de
argolas na letra indicada)
ü Letra pescaria
ü Letras sequencia ( sequencia no
palito de picolé)
ü Letras movimento (dançar e
movimentar o corpinho)
ü Letras frutas (árvore das letras)
ü Letras roda gigante (roleta das
letras com prendedores)
ü Letras cabide (prendedores das letras
no cabide)
ALGUMAS IMAGENS DO PROJETO
LETRAS - RÓTULOS
LETRA - PALAVRAS / JOGO: DOMINÓ
LETRA ESCRITA ESPONTÂNEA
LETRAS - NOMES DE BICHOS
LETRAS EM PALITO DE PICOLÉ
LETRA PALAVRA NA HISTÓRIA
LETRAS MÓVEIS
LETRAS MÓVEIS - FICHA VAZADA
LETRA PALAVRA - JOGO: QUEBRA-CABEÇA DE PALAVRAS
LETRAS MÓVEIS - CAIXINHA DE FÓSFORO
LETRA FIGURA
LETRA JOGO: FORMANDO PALAVRAS
LETRA TRILHA: JOGO DOS NOMES
LETRA IMAGEM - JOGO: GARRAFA PET
LETRA IMAGEM - JOGO: IMAGEM LETRA EM CD
LETRA RÓTULO
LETRA VIVA - A
LETRAS VIVA - V
LETRA VIVA - E
LETRA CONCRETA - TAMPINHA DE GARRAFA PET
LETRA CONCRETA - TAMPINHA DE GARRAFA PET
segunda-feira, 2 de abril de 2018
terça-feira, 27 de março de 2018
Delta Jones: De irmão para irmão, a saga do herói não morrerá
Toda HQ tem uma história por trás, que pode ser tão interessante quanto o próprio quadrinho. As inspirações podem vir de diversos lugares, e até mesmo ser um vínculo de união entre irmãos.
E, é assim que iniciamos a história de Daniel, conhecido como “Léo” e Aari Mendonça nascidos em Fortaleza no Ceará, dois dos onze filhos de Maria e … Mendonça. “Léo” se destacava por sua criatividade e costumava criar historinhas em quadrinhos em qualquer pedaço de papel que encontrasse e, é aí por volta de 1994 que surge “Delta Jones”.
Os irmãos sempre muito unidos gostavam das mesmas coisas, como tantas outras crianças da década de 90 assistiam desenhos animados de Hanna Barbera e Walter Lants, liam quadrinhos da Marvel e da DC Comics, além dos Gibis do Maurício de Sousa. Esses trabalhos influenciaram no que os irmãos criavam quando crianças, porém, quando os animes (desenhos animados japoneses) invadiram a programação das Tvs brasileiras, com roteiros mais forte s e animações mais bem trabalhadas, fizeram a cabeça definitivamente não só dos irmãos como de muitas crianças na época.
A partir daí “Léo” começou a fazer quadrinhos “artesanais” de um super herói que acabara de criar, já intitulado Delta Jones. Uma folha de papel qualquer com um único verso em branco, dobrada ao meio junto de algumas outras e grampeada do centro, daí era só desenhar. “Aposto que muita criança deve ter feito isso quando pequena para criar as próprias histórias e imagino quanta historinha legal não se perdeu depois dessa fase”, disse Aari.
A história e quadrinização surgiam de acordo com a imaginação do criador, inspirado no que gostavam de ler e assistir. “As histórias eram simples mas muito marcantes, visto que era apenas uma criança no comando, e imagina, era um sucesso em casa e na escola!”, explicou Aari. E em pouco tempo, Delta Jones já possuía sete capítulos.
O tempo foi passando, os meninos cresceram Daniel “Léo” hoje trabalha com turismo e Aari tem uma empresa que trabalha com design e decoração de ambientes. E foi o próprio Aari que acompanhou tudo de perto que decidiu que a história de Delta Jones não poderia morrer.
Em uma festa de fim de ano na casa do irmão Aari encontrou a caixa em que as histórias de Delta Jones estavam guardadas e conservadas e logo se emocionou, decidiu ficar com as histórias e no ano que se seguiu preparou a surpresa. “Não demorou muito até chegar a notícia de que meu irmão estava mal por causa da “perda” das revistas, era uma coisa que ele guardava com muito amor”.
Para manter o conteúdo original Aari se preocupou em manter os detalhes principais da história, e os textos simples, mas dessa vez com um roteiro pré- definido, arte finalização, colorização digital, e texto diagramado em programa adequado. No final do ano foram rodadas umas trinta unidades de cada uma das três primeiras edições finalizadas. “Na festa de natal, eu já estava super ansioso para presentear meu irmão com o que tinha feito, armamos uma mesa com todas as revistas e claro, não faltou discurso e emoção na entrega do presente, eu vou sempre me emocionar ao ouvir meu irmão me falar que eu era o seu ídolo, aquilo pra mim, não teve preço…”.
E a homenagem não acabou por aí Aari desenvolveu um site do Delta Jones, uma iniciativa chamada DJ Quadrinhos, onde serão concluídas as sete edições do quadrinho, e já estão programados mais sete episódios que seria a parte ll da saga do herói. Porém, agora com arte do criador original da série, o “Léo”. O portal ainda terá outras histórias de heróis do mesmo universo, e histórias fan made, onde os irmãos irão criar histórias alternativas para os que os influenciaram.
A plataforma irá também ajudar desenhistas independentes que não possuem suporte para desenvolver seus trabalhos, desde a parte de criação de personagens, roteiro, colorização digital, impressão e distribuição, online e física. O processo para quem quiser participar é simples, apenas envie o material para o e-mail da iniciativa e após aprovação será postado juntamente com todos os contatos do autor.
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JANNAYNA PEREIRA
Jornalista, mãe de 6 peludos e de uma cascuda chamada Donatela. Sou uma mistura de Penélope Charmosa e Wandinha Addams, a típica fofa das trevas que adora o universo Disney. Choro toda vez que assisto a morte de Mufasa, amo Cavalo de Fogo e necessito de TWD. K-pop é como uma religião e minha deusa é a Hyuna. Ainda não sei se vivo no País das Maravilhas ou no Fantástico Mundo de Bob, porém, desde que os doramas e o tal de Lee Min Ho começaram a fazer parte da minha vida, a Coreia não me parece uma má ideia.
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